A Comunidade: um original Thomas Vinterberg

Na década de 1970, Erik (Ulrich Thomsen) e Anna (Trine Dyrholm) são um casal de acadêmicos cheio de sonhos.

Junto com a filha, Freja, eles montam uma comuna em um elegante bairro de Copenhague para dividir a casa e viver em conjunto com outras pessoas.

Querendo estar no centro da história e realizar o sonho de viver em grupo, eles realizam jantares, reuniões e festas.

Levados pelo mesmo sonho, um caso de amor abala a pequena comunidade, fazendo com que esse grupo de sonhadores e idealistas acordem para a realidade.

Segundo o crítico Renan Santos, do site fabricadeexpressoes.com.br, a dinâmica estrutural de A Comunidade é impressionante, além de surpreendente.

Enquanto o senso de comunidade aumenta entre os moradores da casa, o filme faz o processo inverso, explorando individualmente as condições em que se encontram os personagens principais da trama.

Assim, a sensação que se tem é de que alguns personagens se tornam coadjuvantes muito superficiais, ou que alguns coadjuvantes, mais importes, tem um desenvolvimento um pouco falho.

A realidade disso é, entretanto, se desenvolvê-los era realmente a intenção de A Comunidade. A resposta para isso é bastante óbvia, porque a intenção do filme não está em seus coadjuvantes.

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