BOTOX: FAZER OU NÃO FAZER?

 

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Lara Romero (na foto ao lado), nossa correspondente nos países de língua hispânica do Cone Sul, fala de sua (não) experiência com o botox, cujo número de aplicações no Brasil prolifera e cresce mais do que chuchu na serra.

 

Ano passado uma amiga me deu de presente de aniversário uma aplicação de Botox. Depois de um mês e eu ainda relutando em ser picada, ela aparece em casa num belo sábado de manhã e autoritariamente diz: “Já marquei com a médica e vai ser hoje!”. Tentei fugir da situação inventando alguma desculpa esfarrapada, porém dei com os burros n’água e fui arrastada para a minha primeira aplicação da toxina botulínica.

Mas não era dessa vez que iria perder minha virgindade de Botox. A consulta era em Foz do Iguaçu e ao aproximar-nos da ponte que une os dois países (Paraguai e Brasil) percebemos que a mesma estava interditada por uma greve de taxistas!

Depois dessa oportunidade, remarquei umas três vezes mais e sempre acontecia um imprevisto que me impedia de chegar aos finalmente. Comecei a pensar que talvez fosse o destino livrando-me de um futuro arrependimento e que aquela história de “grátis até injeção na testa” não era bem assim.

doctor giving mid age woman face lifting injection

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Nada contra o Botox ou outros tratamentos que nos ajudem a manter a cútis jovem e com menos rugas. No Brasil e pelo mundo afora mulheres e homens aplicam essa toxina com uma naturalidade e frequência de uma simples limpeza de pele. Jovens de vinte e poucos anos (e grande parte do mundo artístico) chegam a usá-la a cada 4 ou 6 meses com o intuito de adiar ao máximo a aparição das tão famigeradas rugas.

Muitas vezes o exagero é gritante e a testa da criatura fica mais lisa do que bumbum de bebê parece que fica grande demais para o equilíbrio do rosto. Em alguns casos esse exagero deixa as sobrancelhas esquisitas e a pessoa com um certo ar “diabólico” ou felino.

Enquanto seu lobo e a injeção não vêm, eu vou há vários anos pela estrada afora cuidando da pele com um “BB cream” coreano que é maravilhoso: filtro solar, base, hidratante, anti-rugas, anti-manchas e clareador – tudo junto num único produto.

Além disso, acho que preciso urgentemente unir-me ao Instagram só para utilizar as ferramentas de edição de fotos e seus famosos filtros. Tenho uma amiga cujas fotos atuais nessa rede social emolduram um rosto que parece mais jovem (e sem rugas) do que décadas atrás na época da faculdade.

PS: E o meu presente de aniversário? Depois de algumas idas e vindas troquei por um tratamento facial não invasivo. Minha injeção na testa foi adiada por tempo indeterminado. (Lara Simeão Romero)

 

5 thoughts on “BOTOX: FAZER OU NÃO FAZER?”

  1. Julielson Lima says:

    Eu como mero entendedor desse tipo de assunto, afinal, vendo cosméticos muitas vezes caríssimos, sou TOTALMENTE CONTRA : Botox/ácidos/ etc …etc…etc… Principalmente quando se trata de pessoas mais jovens. O melhor ante-idade que existe chama-se protetor solar! E claro , uma vida alegre, cheia de exercícios físicos e grandes risadas. 😉 Beijos .

    1. Duque says:

      Julielson Lima, vai que um dia você cai na tentação. Ainda vou te ver falando de botox, querido.
      Brincadeira!

      1. Julielson Lima says:

        Já pensou Duque? Nós dois numa clínica , disfarçados , daqui a alguns anos … HAHAHAHAHHA 😀 😀 😀

  2. Maryelle Lima Pereira says:

    Adorei a matéria !Preciso urgente desse BB cream

  3. Spectro-Méier says:

    O negócio é a lama medicinal dos mangues pernambucanos …

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