Jayme Monjardim leva autoajuda de Augusto Cury para o cinema

“O Vendedor de Sonhos”, baseado no livro de Augusto Cury, chega aos cinemas brasileiros neste fim de semana com a clara intenção de fazer chorar.

Traduzido para mais de 60 idiomas, o livro, segundo relatos dos próprios leitores, mudou suas vidas.

Mudar a vida de quem for ver o filme parece ser também uma das propostas do diretor Jayme Monjardim.

Para tanto, ele não economiza ao injetar altas doses de melodrama na história do renomado psicólogo que, desiludido, quer cometer suicídio, mas é salvo por um mendigo que o faz ter outra visão sobre a vida.

Segundo Chico Felitti, crítico da ‘Folha de São Paulo’, “o roteiro é uma trança de pequenas parábolas que parecem saídas de um livro de pílulas como ‘Minutos de Sabedoria’. Melodramático do início ao fim, o filme conduz o espectador com rédea curta pela jornada de emoções que ele deve traçar. O momento do choro tem música triste e pausa para os soluços, só falta uma plaquinha piscando na sala escura: tristeza, raiva, pena de si mesmo e, do meio para o fim, vontade de mudar de vida.”

Felitti, no entanto, destaca o desempenho dos protagonistas Dan Stulbach (Júlio César) e César Troncoso (mendigo), que “se  salvam dos tsunamis de cafonice da trama.”

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