2 thoughts on “CRÔNICA DA CIDADE SITIADA”

  1. Spectro-Méier says:

    E, para piorar a situação, a autora da novela das 21 horas (que é uma profissional de alto gabarito e isso é indiscutível) cai na armadilha de “retratar o cotidiano”. Enfim, um tremendo tiro no pé ao glamourizar esse inferno que os cariocas vivem. Morar na favela (e não comunidade) é falta de opção. Lá tem muita gente boa, mas retratar o crime no horário nobre só atiça a imaginação de pessoas que vão achar tudo lindo e maravilhoso. Tremenda bola fora essa, ao som de funk proibidão ainda por cima. Agora nos morros só da a tal da Bibi, que inspira a “nova geração”. E vamos que vamos, remando contra a maré.

  2. Magdalena Salinas says:

    Amei está crónica! Parabéns

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