PROGRAMAÇÃO AGOSTO

Izabella Van Hecke em

Super Moça

04 a 26 de agosto de 2018.

Sábado, ás 21h e domingo, ás 19h

supermoca

Izabella Van Hecke dá vida a atrapalhada aeromoça PÉROLA. Que completa 25 anos de aviação e finalmente se aposenta, podendo agora retomar o sonho de adolescente, SER ATRIZ.  Para esta realização junta suas economias destes 25 anos, e aluga um teatro para montar um clássico grego: JOCASTA. Mas louca como é, resolve inovar e arriscar na busca do tão sonhado prêmio Shell, trocando Édipo por Hamlet, e para mostrar todo seu potencial como atriz dramática, Pérola faz sua Jocasta ser paraplégica e com problemas auditivos. Sem perceber, nossa aeromoça vai se distraindo do seu clássico e acaba contando inúmeras histórias ocorridas dentro dos seus voos, com classe de pessoas que ela mais tem pavor na vida: Os passageiros. A delícia deste texto, que faz SUPER MOÇA ainda mais divertido, é que todas as histórias contadas sobre o que acontece quando estamos pelos ares são verídicas, já que a atriz também exerce a função de comissária, bem como, o produtor do espetáculo Rafael Carretero. São 60 minutos de pura diversão, revivendo momentos clássicos de um voo, como a demonstração de segurança, o serviço de bebidas e lanches feitos numa aeronave, o famoso Speech em inglês, um “talk show” ao vivo, onde o público poderá tirar dúvidas comuns perguntadas diariamente nos voos.

Também é mostrado os vários tipos de comissários, passageiros, as gafes e situações mais e menos corriqueiras e as diferenças entre a primeira classe, executiva e econômica.

Juntos, Pérola e seus passageiros sentados na plateia do teatro, irão descobrir este fascinante e rico universo da aviação.

Embarque nesta comédia!

Texto: Márcio Azevedo

Direção: Marcio Azevedo & Milton filho

Realização:  7 Marias produções Artísticas

Diretor de Produção: Rafael Carretero e Lis Maia

Cenário: José Carlos Vieira & Jorge Roriz

Figurinos: Anderson Ferreira

Trilha sonora: Marcio Azevedo

Design gráfico: Gabriela Cima

Iluminação: Rommel Equer

Preparador cênico: Kiko Do Valle e Cristiana Pompeo

Fotografia: Nanah Garcia & Augusto França

GENERO:  Comédia

Classificação:  12 anos

Valor:  R$40,00 (Inteira)

Duração:  55 minutos

Clique aqui e garanta seu ingresso.

Marcelo Serrado em

Os Vilões de Shakepeare

Únicas Apresentações 07 e 08 de agosto de 2018.

Terça e Quarta, ás 21h

De Steven Berkoff
Tradução e adaptação Geraldo Carneiro
Direção Sergio Módena

serrado

Espetáculo premiado do americano Steven Berkoff faz curta temporada em São Paulo, com Marcelo Serrado comemorando 30 anos de carreira

Um espetáculo com olhar bem humorado, um desfile de personalidades que possuem a natureza do mal, os pecados do teatro e as vaidades dos atores. Marcelo Serrado interpreta um conferencista, uma espécie de palestrante, que reúne e analisa trechos da obra de Shakespeare e ao mesmo tempo vive os personagens. “Estava encenando Rain Man quando o Zé Wilker me apresentou o Shakespeare’s Villains. Tinha um desejo de ser dirigido e de fazer um espetáculo com ele”, conta Marcelo Serrado que protagoniza o espetáculo solo dirigido por Sergio Módena e produzido por Eduardo Barata.

O texto estreou em 1998, na Inglaterra, foi encenado pelo próprio Steven e indicado para o prêmio The Society Laurence Olivier Award de Londres, como melhor espetáculo. Em 2000 ganhou o Prêmio americano de Teatro LA Weekly para Solo Performance.

“É muito interessante pra um ator representar vários vilões. É onde estão os arquétipos, o dissimulado, tirano, vingativo… Essa colcha de retalhos é genial. Shakespeare, através de seus personagens, mostra causa, motivo e justificativa para que possamos compartilhar uma jornada psicológica, no lugar de condenar a maldade”, analisa Serrado.

Geraldo Carneiro, imortal da Academia Brasileira de Letras, é o responsável pela versão brasileira: “É um privilégio trabalhar com textos tão maravilhosos, extraídos de personagens marcantes da obra do Shakespeare. Vilões como Ricardo III, Coriolano, Iago, Hamlet, e outros que não gosto de pronunciar porque acho que não dá sorte”, brinca o poeta e dramaturgo.

O diretor Sérgio Módena relata que “Marcelo Serrado trouxe para nossa montagem sua personalidade irreverente e bem humorada que casa perfeitamente com a proposta de Berkoff. Muitas vezes ele brinca com os personagens. Em outros momentos, mergulha fundo na tragédia. Em minha opinião, as considerações de Berkoff combinadas à dramaturgia de Shakespeare provocam no espectador uma saudável reflexão sobre o atual momento que vivemos no Brasil. Isso porque o texto em sua essência traz algo simples, mas poderoso: alguém que vem contar histórias e que se permite de vez em quando viver os personagens narrados. E essa combinação faz com que o público se sinta convidado a mergulhar em universos de peças que ele provavelmente não conhece. Especialmente o público brasileiro”.

Em Os Vilões de Shakespeare, o escritor inglês, também reconhecido mundialmente por seus trabalhos como ator e diretor, investiga o que torna os vilões tão atraentes para estudantes das artes cênicas e público, examinando e apresentando alguns dos personagens do bardo inglês. “Uma ideia maravilhosa a do Steven. A gente apenas transpôs as reflexões para o contexto do teatro brasileiro” afirma Geraldo Carneiro, que já traduziu 6 peças de Shakespeare e é um apaixonado pelo dramaturgo inglês. “Tenho o meu “SIM” engatilhado para tudo que é relacionado a ele”, finaliza.

Segundo o crítico do Daily Telegraph e do New York Times: “Em Os Vilões de Shakespeare, o autor transforma os personagens mais sutis em caricaturas unidimensionais, grotescas, massacrando o verso com maneirismos. A peça não tem só vilões típicos, personagens como Hamlet e Oberon dificilmente poderiam ser identificados como tal. Mas não para Berkoff, ele vai atrás das cenas de vilania de cada um”.

Autor: Steven Berkoff

Tradução e adaptação: Geraldo Carneiro

Direção: Sergio Módena

Elenco: Marcelo Serrado

Figurino: Carol Lobato

Iluminação: Paulo Denizot

Trilha Sonora: Marcelo Alonso Neves

Assessoria de Imprensa: Flávia Fusco

Classificação: 12 anos

Valor R$ 60,00

Duração: 65 minutos

 Atenção!!!

No dia 07/08, haverá um bate papo com Marcelo Serrado e Leandro Karnal

No dia 08/08, haverá um bate papo com Marcelo Serrado e Aguinaldo Silva

Clique aqui e garanta seu ingresso.

Angela Fernandes, Camila Leitte e Einat Falbel
em
Café Azedo
FILUS1002DRAMATICAS

15 de agosto a 26 de setembro de 2018.

Quartas, ás 20h30

Três mulheres num café. Apenas isso e tudo isso.

Comédia com temática feminina retoma temporada em novo espaço cênico em São Paulo

Com a intenção de compartilhar conhecimento, valorizar o mérito e movimentar a cultura paulistana, o autor e dramaturgo Aguinaldo Silva trouxe para São Paulo em abril de 2018, a CASA – Casa Aguinaldo Silva de Artes, na Vila Buarque. No espaço são oferecidos cursos livres de interpretação para o Teatro (convencional e musical), TV, Cinema, além de oficinas de Roteiro e Dança. O corpo de professores é formado por profissionais de larga experiência no teatro de São Paulo e Rio de Janeiro, todos com o aval de Aguinaldo Silva.

Café Azedo teve sua primeira encenação entre de 29 de março e 01 de junho de 2017, no Teatro Pequeno Ato, com boa aceitação de público e crítica. Agora as atrizes Angela Fernandes, Camila Leitte e Einat Falbel voltam ao cartaz com a trama onde três personagens observam o movimento em uma cafeteria refletindo sobre si mesmas e as pessoas que entram, saem ou ficam. Intuem seus sentimentos, simpatizam ou antipatizam, sempre no plano imaginário, em fluxo de pensamento. Sem dialogar efetivamente, elas se comunicam no campo das identificações e projeções e a identidade de cada uma vai se revelando, aos poucos. “A linguagem poética, quase onírica, nos defronta com nossas próprias histórias, escolhas e renúncias”, afirmam elas.  A partir da personagem-tronco, Café, ramificaram Cacos e Mililitros, que já apareciam secundariamente no conto original (“Onde os Pombos Dormem”, Ed. Benfazeja).

O texto é um mergulho no universo feminino e produz empatia, apostando no poder dos encontros, quando um sorriso ou um gesto produzem micro – às vezes macro – transformações. Esta peça foi escrita por uma mulher, dirigida por mulheres, interpretada por mulheres e é sobre mulheres. Numa cafeteria elas olham pras pessoas, olham uma pra outra, olham pra si mesmas. Nestes olhares elas se quebram em cacos e depois se reconfiguram. Misturadas.

A referência literária mais evidente é Evandro Affonso Ferreira e seu narrador sentado na confeitaria a divagar sobre velhice e morte, interagindo mentalmente com os demais frequentadores (“Minha mãe se matou sem dizer adeus”, Record). A prosa de Evandro, ourivesaria de frases, instiga e comove. Mas não é só. E aquelas mulheres da peça? Vieram de onde?

No entanto, o maior desafio foi pensar o feminino atual, tema desafiador.

“O projeto Café Azedo nasceu de conversas regadas a baldes de café, tapioca e pão de queijo, intercâmbio de ideias, de vivências, de referências literárias e dramatúrgicas, muitas risadas, algumas lágrimas, e às vezes até confidências. Assim foi o processo de transformação do conto Café Azedo, (“Onde os Pombos Dormem”, Ed. Benfazeja) em peça. Um mergulho de quatro mulheres no universo feminino. Nosso universo. Fomos nos engolindo e nos deixando engolir uma pela outra. Tão diferentes: uma escritora, três atrizes. Quatro mulheres com histórias díspares, cada uma com suas dores, suas cores. Neste mergulho fomos nos dissolvendo e misturando nuances, encontrando matizes comuns. Nos reconhecemos um pouco no espelho do olhar da outra. E, aos poucos, sem perceber, éramos um grupo. Não mais um agrupamento de mulheres. Tínhamos realmente um projeto comum. Nossa reunião virou uma confluência, profundamente empática. Acreditamos no potencial dos encontros, sobretudo os femininos. Achamos que uma troca verdadeira entre mulheres é um retorno ao primitivo, ao matriarcal. Sem julgamento, mas acolhimento. No decorrer do processo nos vimos emprestando o rosto para as personagens, tomando seus rostos emprestados. E assim nasceu a peça, inserida no contexto de (re)união feminina, tema atual.”

Dramaturgia: Paula Mandel

Direção: Einat Falbel e Giseli Ramos

Elenco: Angela Fernandes, Camila Leite e Einat Falbel

Desenho de luz: Yuri Cummer

Cenografia e Figurino: João Alfredo

Consultoria de Figurino: Fernanda Lamana

Trilha Sonora: Franco De Paula

Fotografia: Pedro Clash

Produção: Confraria das Pequenas Mentiras

Classificação: 14 anos

Valor R$ 40,00

Duração: 50 minutos 

Camilla Carandino
em
Águas de Mim

aguas

16 de agosto a 27 de setembro de 2018.

Quintas, ás 20h30

A peça teatral ÁGUAS DE MIM, através de um olhar lúdico e poético, pretende desmistificar o portador de transtorno mental, reconhecendo-o como um sujeito na totalidade de seu ser, imbuído de sentimentos, com direito a resguardar sua dignidade, sua liberdade, sua integridade física e moral, assegurando desta forma sua qualidade de vida.

Mulher com transtornos mentais vive em conflito por não conseguir definir a verdadeira identidade do seu ser. Incompreendida, expressa sua dor através de um discurso poético-filosófico que desenha uma linha de lucidez em sua loucura. Mergulhando nas águas mais profundas de sua alma, tecendo reflexões que nos levam a questionar o limite entre sanidade e insanidade, a personagem de Águas de Mim nos proporciona uma oportunidade de olharmos para a questão da saúde mental e refletirmos sobre o tratamento que é dado às pessoas que vivem o transtorno dessa realidade: normalmente vítimas de um processo de marginalização que os relega à exclusão e ao isolamento, são estigmatizados como um problema perigoso para a tranquilidade social. A mulher que nos é apresentada nesta peça com o seu eu transtornado e sua identidade distorcida, ao decidir não aceitar o tratamento que lhe querem impor, está na verdade, tentando fazer respeitar seus direitos de cidadã para resgatar a sua dignidade.

Ao apresentar o conflito da personagem, a peça quer alertar para o fato de que a doença mental deve ser tratada com o mesmo respeito dado a qualquer outra patologia, sem conotações e estigmas que levem ao medo, ao preconceito e consequentemente à exclusão social da pessoa que vive esse drama.

O espetáculo é uma possibilidade de levantar na sociedade o debate a cerca do tratamento dado aos portadores mentais ao longo da história e repensar os critérios para classificar alguém como fora da definição de normalidade

TEXTO  E DIREÇÃO:   Iris Gomes

ELENCO E PRODUÇÃO :Camilla Carandino

DIREÇÃO DE ARTE, FIGURINO E CENÁRIO: Ronald Teixeira

LIGHT DESIGNER: Luciano Xavier

Classificação: 16 anos

Valor R$ 40,00

Duração: 45 minutos

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *